Como nasce a ideia de escrever este livro?
Esta história estava escrita há alguns anos. Como tenho estado mais tempo por casa, por motivos de baixa médica por doença, a minha família incentivou-me a revê-la e foi o que fiz. Enviei-a depois à Editora Flamingo que muito rapidamente mostrou interesse em publicá-la.

A ideia de escrever um livro infantil está relacionada com a sua vertente de docente?
Considero a literatura infantojuvenil de extrema importância. Não apenas pela promoção do desenvolvimento da leitura e da escrita, mas também porque veicula valores e sentimentos que são, muitas vezes, esquecidos. As crianças têm de crescer rodeadas de fantasia, de imaginação, de histórias e de afeto e não com um telemóvel ou um tablet na mão. Lembro-me de uma professora no segundo ano da escola primária, em França, que nos lia uma história, no início das aulas. Toda a turma adorava. Isso deu-nos vontade de ler o livro. Na infância, passava grande parte dos meus tempos livres na biblioteca municipal da cidade onde vivia. Trazia sempre o máximo de livros possível para casa. Sempre gostei de escrever, mas faltava o tempo para isso.
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