No segundo dia, 7 de março a ser ouvido pelo coletivo de juízes no Tribunal de Espinho, Miguel Reis prestou esclarecimentos sobre os alegados encontros com Francisco Pessegueiro e compra de móveis para a sua casa.
Quando confrontado com uma foto em que o próprio surge com uma pasta na mão, a 20 de setembro de 2022, Miguel Reis desmente que esta continha 5000 euros e que teria sido entregue pelo empresário, também arguido no processo. “É categoricamente falso que tenha recebido esse dinheiro, durante a tarde, tive quase de certeza na Câmara Municipal”.
O antigo autarca referiu que a pasta em questão levava documentos para o auxiliar durante uma sessão da Assembleia Municipal que se realizou nessa mesma noite.
Relativamente aos móveis, o autarca revela que a sua esposa estava interessada particularmente nas cadeiras do restaurante A Cabana, propriedade da família Pessegueiro, tendo sido a própria a conduzir o negócio. No entanto, Miguel Reis rejeitou que tenha recebido os móveis como uma oferta do empresário.
“Só queria uns móveis, mais nada. Houve um grupo de pessoas que quis sujar o meu nome, quando só queria comprar uns móveis”, referiu.
O julgamento irá prosseguir na próxima quinta-feira, 13 de março.































