Num tempo em que os hipermercados multiplicam corredores e as compras online cabem no telemóvel, as mercearias tradicionais continuam a resistir. Entre a proximidade ao cliente, a concorrência das grandes superfícies e o aumento dos custos, estes pequenos negócios enfrentam um equilíbrio delicado entre tradição e adaptação. Mas como sobrevivem, afinal, as mercearias e frutarias tradicionais num mercado cada vez mais competitivo?
Na esquina da rua 23 com a rua 28, o Mercado Colmeia é um daqueles espaços que atravessam gerações e resistem às mudanças do comércio local. Há 34 anos sob a atual gerência, o negócio funciona em nome de Isaura Lima, mas é o marido José Lima quem assume boa parte da condução diária do espaço. “Já estou reformado, mas gosto muito de cá estar a ajudar e a manter o negócio” explica.
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