Nos últimos dias, o processo de desagregação de freguesias sofreu algumas reviravoltas. Depois da aprovação no Parlamento, a 17 de janeiro, que só não contou com os votos do Chega, que se absteve, e da IL, que votou contra, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, acabou por vetar o decreto, no dia 12 de fevereiro.
A separação visava 135 uniões de freguesia que iriam dar lugar a 302 novas freguesias, estando presente o caso espinhense de Anta e Guetim. O Presidente justificou a decisão num comunicado, com três dúvidas sobre o diploma em questão: a capacidade de envolvimento das autoridades locais num novo modelo de governação, a falta de compreensão ou transparência pública de todo o processo e a capacidade para aplicar as consequências desta separação até às eleições autárquicas, que se irão realizar em setembro ou outubro de 2025.
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