Espinho afirmou-se, durante anos, como uma cidade turística em torno das suas praias, da piscina, do ambiente cosmopolita, do casino, da sua feira semanal, da sua localização privilegiada, da sua vida cultural, dos seus cafés, do golfe, do desporto e, de uma forma geral, por ser uma cidade com dimensão humana.
Mas os tempos mudaram e seguiu-se um período de marasmo que se vem prolongando e que, na ausência de uma visão estratégica de mudança, poderá levar a um avolumar do problema.
A situação não é uma fatalidade e, muito menos, não tem de ser irreversível.
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