Na minha primeira crónica aqui, neste espaço, escrevo sobre um fenómeno que me afeta há muito tempo e que certamente também tem efeitos em muitos de vocês. O futuro Estádio Municipal é, sem dúvida, crucial para a cidade e é urgente que a promessa feita da sua conclusão seja efetivamente uma realidade. Para bem de todos e, em especial, do clube mais representativo de Espinho que, para infelicidade de muita gente, está nos Distritais, joga num campo longe de ser o ideal e justifica, há muito tempo, uma casa à altura da sua história.
Começo por contar um episódio vivido há muitos anos. Estava eu no 8.º ano na Escola Secundária de Espinho – na altura conhecido simplesmente por Liceu de Espinho – quando, numa das aulas de Educação Física fomos correr para um mato. Enquanto corríamos, lembro-me de o professor comentar: “Aqui vai nascer o estádio do Espinho”. Mais de 40 anos depois, como é que está a futura casa do clube que, infelizmente, navega num dos patamares mais baixos do futebol nacional? Parado! Infelizmente, parado e claramente a ganhar ferrugem.
É verdade. Sempre que vou à Nave (já está mais do que na altura de sofrer umas obritas de remodelação, pois sempre que chove mais um bocadinho deita água por quase todos os lados e obriga as equipas de voleibol, por exemplo, a jogar a uma distância considerável, mais concretamente em Fiães) fico com um nó no estômago ao vislumbrar aquele cenário desolador: a estrutura do futuro Estádio Muncipal de Espinho a apodrecer e à espera que um milagroso mágico recomece as obras para que seja concluído. E digo milagroso porque a conclusão de uma tão importante obra já se arrasta há demasiado tempo.
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