Em tempo de férias, a palavra “viagem” soa a toque mágico. Aguardamos por elas o ano inteiro e a partida para fora da rotina habitual, em viagem, parece ser um sonho tornado realidade.
Partimos em viagem para recuperar energias, para obter mais conhecimento e aprendizagem, para desfrutar de novas culturas e experiências de vida ou simplesmente porque queremos e podemos.
Mas, em tempos difíceis, onde o mundo à nossa volta parece desabar, torna-se difícil olhar para o termo viagem da mesma forma ou, pelo menos, ficarmos indiferentes. Ele soa-nos a algo muito intenso e dramático, a contrastar com as idílicas viagens programadas para lazer e descoberta. Torna-se impossível não refletirmos ou ficarmos alheados dos problemas que são visíveis e que todos os dias entram pela nossa casa adentro. Assim, somos convocados para a causa e inevitavelmente emana do nosso pensamento a viagem dos refugiados, a viagem em busca de melhores condições de vida, a viagem dos deslocados de guerra em busca de sobrevivência.
Subscreva a Defesa de Espinho
Esta é uma noticia premium. Por favor subscreva para ter acesso ao artigo completo.
Assinatura
Aceda a todo o conteúdo premium.Mais de 100 artigos.
Acesso ao arquivo Defesa de Espinho
Desbloquear Artigo
Desbloqueie apenas os artigos que pretenda.Tenha acesso permanente aos mesmos.






























