O relógio apontava para o atraso e o atraso apontava problemas. Nada do que ali estava prestes a começar, sagrado e solene, podia esperar por fulano.
Fulano acelera se é possível, desacelera quando o amontoar de peregrinos na estrada impõe cautela ou o radar de velocidade impõe respeito. Pergunta-se várias vezes por que raio o GPS o “obrigou” a tal desvio. Sus pira num semáforo, prague ja no seguinte, maldiz o terceiro – outro vermelho! Ao desfazer mais uma curva, lá está, imponente, o lugar da função desse dia.
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