A Inteligência Artificial ou, como agora se diz, a IA tem já dezenas de anos. Acontece que só nos últimos 5 anos é que se disseminou e popularizou de forma galopante. E, por estes dias, está a entrar de rompante nas nossas vidas a nível pessoal ou profissional ou empresarial.
Suponho não errar muito se disser que mais de 80% das pessoas com acesso a computador ou telemóvel já colocaram pelo menos uma pergunta ao ChatGPT (ou similar). E, quase naturalmente, acabaram por empatizar com a rapidez das respostas. Acabaram a pensar que ali está uma forma de pesquisar melhor do que no “velhinho” motor de pesquisa que dá pelo nome de Google. E, porque não, começaram a imaginar quanto tempo poderemos poupar em tarefas não essenciais e dedicar a outras actividades mais interessantes. Ou a ter tempo livre. Ou melhor, mais tempo livre pressupondo que esse tempo livre nos faça mais felizes na vida pessoal, na vida familiar ou, no limite, no repouso e em momentos em que vamos querer não fazer nada, ou ler um livro, ou passear o cão ou…
Portanto, estas inúmeras ferramentas que já hoje existem que possuem versões gratuitas estão a ser muito bem acolhidas. O marketing e a comunicação dos seus criadores (e dos investidores…) faz o resto.
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