Graças às novas instalações, Dorindo e Dunway Amorim, proprietários do restaurante, fundado há quase seis anos, conseguiram juntar os grelhados às já habituais iguarias tradicionais. “Este ano tivemos que arregaçar as mangas e, se calhar, foi a Maria Barraca, a nossa avó, que nos iluminou o caminho e nos fez encontrar este espaço que é mais do que o dobro do anterior”, conta Dorindo, explicando que agora fazem também parte da ementa opções como a dourada, o robalo ou lulas grelhadas.
Apesar de ter “um leque mais alargado de opções”, o restaurante não quer ser mais um. “Não são 20 pratos à escolha porque somos conhecidos em Espinho por termos comida fresca todos os dias, por isso, não há sobras de comida para o dia seguinte”, revela Dunway Amorim, contando que, no que toca aos pratos diários, “o planeamento da ementa semanal é feito, com calma, à sexta-feira”.
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