Leva uma vida dedicada à engenharia civil. Foi sempre essa a sua ambição?
Quando era jovem não era. Por coincidência, acabei por chegar ao 12º ano e enveredar por engenharia civil, muito influenciada pela minha professora Maria do Carmo Jorge e pelo marido Ezequiel. Quando era mais nova, tinha muito interesse pela área da saúde e ainda hoje tenho.
O mundo das obras sempre a fascinou?
Sempre. Costumo dizer que, quando era mais nova, pensava na saúde das pessoas e agora penso na saúde das construções. Gosto muito do aspeto prático do trabalho. Tantos anos depois, continuo a abraçar a profissão com o mesmo entusiasmo e a mesma vontade de fazer.
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