Diz-se que esteve na preparação de uma lista do PSD para estas eleições!…
Nunca estive nessa eventual lista. A minha política foi sempre o Agrupamento de Escolas Dr. Manuel Gomes de Almeida e os alunos.
Cheguei a um ponto em que o cenário era bastante negativo. Existem dois Espinhos: o Espinho da fantasia, onde está tudo bem, e o Espinho real, onde todos andamos.
Achei que, enquanto cidadão, tinha de dar o meu contributo para tentar não permitir que as coisas continuassem a andar para trás.
Independentemente de ser laranja, azul ou verde, o mais importante era uma postura cívica.
A sua candidatura é compatível com a função de diretor de um agrupamento de escolas?
A principal missão nunca foi a assunção de qualquer cargo ou protagonismo. Tal como em 1998, quando fui convidado para a direção do agrupamento, aceitei com espírito de missão. Até fiquei prejudicado em termos financeiros. No entanto, sempre achei que cada um de nós tem um papel importante em assumir responsabilidades para o bem da sociedade.
Se é compatível em termos de gestão e liderança, aquilo que sempre defendi é que a estrutura tem de ser montada de forma a que, se o diretor tiver algum problema, tudo continue a funcionar. As organizações não podem estar concentradas numa única pessoa.
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