Como é que surge o primeiro contacto militar?
Sou natural de Lamego e os meus pais vieram trabalhar para o Porto e para Vila Nova de Gaia. Fiz o serviço militar obrigatório, em Mafra, no curso de sargentos milicianos. Na altura de escolher, fizeram-me a proposta para Vila Real, Santa Margarida ou Lamego. Optei por esta última. Foi a partir daí que nasceu o gosto pela carreira militar e ingressei no quadro permanente do Exército. Após o curso de sargentos, escolhi a arma de Engenharia, já com a intenção de vir para Espinho.
Era um objetivo?
Vinha muitas vezes a Espinho para passear e ir à praia. Durante o curso fizemos várias visitas às unidades militares e vim ao quartel de Paramos onde fiquei bastante entusiasmado, sobretudo porque havia a possibilidade de poder fazer a maior parte da minha carreira em Espinho, tal como veio a acontecer. Dos 25 anos de serviço, 20 foram em Espinho e os restantes cinco distribuídos por vários cursos, uma deslocação a Lisboa e várias missões.
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