A habitual azáfama das manhãs de segunda-feira na feira semanal de Espinho deu hoje lugar a um cenário invulgarmente calmo. A chuva persistente e o vento forte afastaram a maior parte dos feirantes, deixando o recinto praticamente vazio.
No quarteirão entre as ruas 33 e 37, onde costuma concentrar-se o comércio têxtil, não se via uma única barraca montada. Apenas as bancas de fruta e de peixe, situadas na zona norte do recinto, resistiram às condições meteorológicas adversas, tentando manter a atividade possível num dia marcado pelas intempéries.
A manhã foi, assim, atípica para um dos espaços mais emblemáticos da cidade, que habitualmente atrai centenas de visitantes e comerciantes.































