É espinhense, mas a sua vida faz-se em várias partes do mundo. Sempre imaginou que passaria pelo estrangeiro?
Inicialmente, não. Sempre tive algumas ideias daquilo que gostava de fazer no futuro, mas nunca imaginei que fosse desta forma. Por isso, tem sido muito interessante descobrir vários lugares e diferentes perspetivas. Não voltava atrás.
Tudo começa com a medicina dentária?
Sim. Estudei medicina dentária, mas depois comecei a perceber que o panorama de emprego em Portugal não era o melhor, como acontecia também noutras áreas. Rapidamente percebi que teria de sair do país, como aconteceu com muitos colegas. Nesse sentido, nunca cheguei a trabalhar em Portugal, porque saí logo após terminar o curso e mudei-me para a Suíça, onde comecei realmente a exercer.
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