Com que idade apareceu a dança na sua vida?
Desde muito nova. A minha mãe sempre foi uma entusiasta das artes e, quando surgiu o ballet no Porto, de onde sou natural, decidiu inscrever todos os filhos. Foi assim que entrei no mundo do espetáculo, algo que me encantou desde pequena.
Como começou o seu caminho?
Começou com Margarida Tamegão, uma professora de ginástica que mais tarde se tornou pintora. Fazia espetáculos muito interessantes e eu achava aquilo maravilhoso. Fiquei logo fascinada. Mais tarde, surgiu uma professora de ballet no Conservatório de Música do Porto, Monique Solal. A minha mãe, com o entusiasmo que tinha, inscreveu primeiro a minha irmã mais velha e, algum tempo depois, levou-me também.
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