Como surgiu o convite para integrar este projeto na Arábia Saudita?
A oportunidade surgiu a convite de Fabiano Flora, por influência do seu adjunto, Paulo Cadete com quem cheguei a trabalhar no Alpendorada, no Campeonato de Portugal. Foi algo que surgiu de repente, pois no início de época estava na AD Sanjoanense na Liga 3, com o Pedro Oliveira. Tive de tomar uma decisão, praticamente do dia para a noite. Falei com os meus familiares e fui aconselhar-me com algumas pessoas. No entanto, sempre tive como objetivo pessoal poder treinar fora do país para perceber o que é treinar numa cultura diferente da nossa.
Como é morar num país como a Arábia?
A Arábia Saudita é um país que, neste momento, está a apostar no futebol. Temos nas equipas da Pro League jogadores de classe mundial. É uma forma de darem a conhecer a Arábia Saudita. Muita gente pensa que é um país muito fechado e pretende-se passar a imagem, através do futebol, que é um país que sabe acolher e diferente do que era há alguns anos a esta parte.
Decidi vir para cá e fui muito bem recebido, como são todos os portugueses que venham para este país, muito por causa do efeito Cristiano Ronaldo. Quando dizemos que somos portugueses é uma festa incrível.
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