Como foi possível conseguirem o apuramento para a Taça Nacional de sub-17?
Definimos pilares fundamentais: união, entreajuda, compromisso e a conquista do balneário. Temos de ser rigorosos dentro de campo, de forma a criar a nossa identidade, consolidar comportamentos e trabalhar em silêncio, o que é muito importante. Depois, as coisas acabam por acontecer. Os resultados foram surgindo e o grupo foi-se unindo cada vez mais, apesar de terem entrado muitos jogadores novos no início da época. Também é o primeiro ano em que estou a trabalhar no campeonato de Aveiro. Foi uma experiência nova e correu bem.
O objetivo era chegarem à Taça Nacional?
Tínhamos definido, enquanto grupo, que o objetivo era chegar à Taça Nacional. Sabíamos que ia ser difícil, mas, a partir do momento em que chegámos à segunda fase, à fase de campeão, o pensamento passou a ser ganhar. Não sabíamos estar de outra forma.
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