Porque regressou este ano ao SC Espinho?
Na minha carreira, até agora, só representei o Castêlo da Maia e o SC Espinho. Estive quatro anos na Maia e havia um projeto em andamento, pelo que a minha intenção inicial passava por continuar esse trabalho.
O que mudou?
Saíram vários elementos do clube, eu, o André Marques, o Frederico Santos e o treinador João Franco, e isso acabou por marcar o fim de um ciclo. Sentimos que o projeto estava em crescimento, mas ficámos um pouco aquém do objetivo, que era chegar aos quatro primeiros. Morremos na praia, por assim dizer.
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