O jogador profissional do Pro Golf Tour, emparceirou com os amadores Maria Miguel Pinho, Ana Cristina Montenegro e Alfredo Araújo Almeida, somando 48 pancadas abaixo do Par (net), resultado que se deve ao formato escolhido pela PGA de Portugal, o Tour Scramble, que é usado no Open de Portugal do HotelPlanner Tour.
“É um formato muito diferente se o profissional estiver a jogar bem das saídas”, admitiu Alexandre Abreu à PGA de Portugal, acrescentando que “os amadores, mesmo com um handicap mais elevado, acabam por aproveitar muito a nossa distância e fazem muitos eagles e birdies. Já nós, profissionais, é sempre ao ataque”, salientou.

O segundo lugar do Pro-Am foi atribuído à formação do profissional Hugo Santos e pelos amadores Ricardo Garcia, Alexandre Alves e Artur Soares Dias, com -32.
Para a terceira posição foi necessário recorrer ao sistema de desempate, sendo Daniel da Costa Rodrigues a garantir o lugar no pódio com os amadores Miguel Teixeira Bastos, António Pinheiro de Almeida e António Castro Ribeiro, com -31.
Na entrega de prémios, depois de receber um cheque de três mil euros de Manuel Violas, presidente da Solverde, e o troféu Atlantis das mãos do presidente do Oporto Golf Club, Manuel Silva Carvalho, Daniel da Costa Rodrigues fez questão de elogiar a qualidade do campo do Oporto.
“Todos puderam constatar a qualidade do campo e o enorme trabalho da equipa de manutenção, porque jogar num campo com os greens assim e o campo nestas condições não é normal”, disse o jogador de 22 anos.






























