Como surge a paixão pelo hóquei em patins?
O meu tinha o Café Palácio, que era muito perto do rinque na esplanada. Ia para lá todas as tardes com os meus amigos, para ocuparmos os tempos livres. Era um espaço excecional para desenvolvermos a patinagem. Não utilizávamos o stick. Apenas patinávamos. Aquele espaço desportivo, que era utilizado pelos clubes da terra, estava aberto à população.
Entretanto, foi construído o pavilhão Arquiteto Jerónimo Reis e começaram a formar a equipa de hóquei em patins na Académica de Espinho. Decidi ir para a formação do clube aos 6 anos e fiz todo o percurso nas várias equipas, nomeadamente nos infantis, iniciados, juvenis, juniores e nos seniores.
Como já sabia patinar, deduz-se que a sua adaptação não foi difícil!…
Reconheço que nos infantis senti bastantes dificuldades porque estávamos a iniciar a competição. Nos escalões mais acima, já tinham equipas formadas e as coisas fluíam. Mas com o empenho dos treinadores, nomeadamente do Vladimiro Brandão, do Marçal Duarte e do Virgínio Pereira, conseguimos começar a ganhar os jogos.
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