A última sessão do julgamento da ação popular que contesta a instalação de uma oficina automóvel em Guetim ficou marcada pelos momentos finais e de tensão entre os advogados das partes, após as alegações finais. Depois de uma troca de palavras, em tom mais alto, Rebeca Rodrigues e António Barreto Archer foram obrigados, pela juíza Sara Ferreira, a abandonar a sala de audiências. “Lá fora discutem. Na minha sala não”, disse a magistrada, obrigando os dois advogados a deixar a sala.
O incidente surgiu na sequência das alegações finais da advogada de defesa dos arguidos, Alberto Silva e Zaida Silva, num momento em que se referiu ao depoimento do professor da Faculdade de Engenharia do Porto, Adélio Mendes e à posição que os seus colegas haviam tomado num contacto com a Universidade aquando da nomeação de um perito. Os ânimos começaram a exaltar-se nas réplicas pedidas pelos advogados e que levaram a que a juíza, Sara Ferreira, desse por terminada a audiência.
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