O PS de Anta acusa a oposição de ser uma “força de boqueio” e preferir o “taticismo”, em vez de “ajudar a resolver” situações importantes da freguesia.
A acusação, que surge na sequência da última assembleia de freguesia, realizada a 29 de abril, diz respeito à apresentação, por parte do PS, de três propostas sobre o arranjo do elevador da USF de Anta, sobre a segurança rodoviária na Rua da Idanha e sobre a insalubridade em Esmojães, mas os temas acabaram por ser adiados.
A oposição entendeu que os documentos não foram entregues dentro dos prazos legais e o PS entende a atitude como boicote.
“Em vez de se juntarem ao PS para, de forma construtiva, solicitar a intervenção da Câmara Municipal, a oposição local preferiu o taticismo. Inventaram burocracias com o regimento para chumbar a própria discussão dos temas”, afirmou o PS de Anta nas redes sociais, dizendo também que “os eleitos locais da oposição demonstraram mais uma vez que estão mais interessados em fazer guerrilha partidária na assembleia do que em colaborar na resolução dos problemas reais de Anta”.
Depois das afirmações, o PSD de Anta defende-se, explicando que “a única verdade que subsiste na comunicação socialista é que este partido continua a viver na mentira”.
Em comunicado, o PSD de Anta diz que os documentos que o PS “alega tratarem de problemas urgentes e reais dos antenses, viram-se adiados para a próxima assembleia porquanto, o PS, não soube tratar as referidas urgências do modo que as mesmas então deveriam ser tratadas”.
Explicando que “os documentos não foram entregues em respeito pelo prazo que ficou estabelecido no Regimento da Assembleia de Freguesia, bem como os membros da mesa responsáveis”, o PSD diz que o PS não teve “o discernimento de reencaminhar tais documentos para os vogais da oposição no prazo que ficou estabelecido”. Neste sentido, acredita que “o PS gerou o problema, cometeu todos os erros possíveis e agora socorre-se disso para se afirmar vitima de si mesmo”.






























