Na esquina das ruas 9 e 66, em Espinho, há um terreno que continua a preocupar quem vive nas proximidades. O mato cresce, falta vedação numa das laterais e acumulam-se resíduos no interior, entre os quais sanitas, louças de casa de banho e colchões.
O problema não é novo. Em fevereiro de 2024, um cidadão denunciou na Assembleia Municipal a presença de grandes ratazanas no local. Mais de dois anos depois, os moradores dizem que pouco mudou.
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