O presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) Gaia/Espinho, Luís Matos, garantiu hoje [6 de outubro] à Defesa de Espinho que o novo Centro Integrado de Saúde da Marinha irá funcionar pouco tempo depois da obra estar concluída.
Em declarações, exclusivas, à Defesa de Espinho, durante uma visita do Conselho de Administração da ULS Gaia/Espinho às obras do Centro Integrado de Saúde da Marinha, no edifício da antiga escola primária do Bairro Piscatório, Luís Matos assegura que a quele novo equipamento “será dotado de todas as condições”, incluindo “a colocação de médicos e de enfermeiros”.
“Sendo uma área de cuidados de saúde vai ter médicos, enfermeiros e todos os recursos que forem necessários para o fim a que se vai destinar”, afirma o presidente do Conselho de Administração da ULS Gaia/Espinho.
“A obra será concluída até dezembro de este ano e, a seguir a isso, haverá concursos para a instalação dos mobiliários e dos equipamentos que demorarão algum tempo, mas que pretendemos que em muito curto prazo a unidade esteja a funcionar”, acrescenta Luís Matos dizendo que “mal esteja a obra pronta, nós rapidamente iremos por a unidade de saúde a funcionar com todas as condições necessárias”.
A visita de todos os elementos da administração da ULS Gaia/Espinho teve como objetivo a possível instalação no novo Centro Integrado de Saúde da Marinha de “cuidados médicos e de uma ou duas Unidades de Cuidados na Comunidade (UCC), fazendo com que este empreendimento venha a servir a população nas suas necessidades e para aquilo que Espinho necessite”, sublinha Luís Matos.

“Queremos aproximar o mais possível as populações e a prestação de cuidados médicos e, por isso, iremos fazê-lo sempre que o pudermos, na certeza de que as populações precisam estar perto da sua residência”, prosseguiu o responsável pela ULS, acrescentando que o objeto da visita foi “ver que tipo de instalações estão previstas para este edifício, para podermos perceber que tipo de serviços poderemos alocar com toda a dignidade e condições, adaptando tudo o que for necessário”, conclui.
Recorde-se que o auto de consignação da empreitada da obra do novo Centro Integrado de Saúde da Marinha com a Monthouse, empresa vencedora do concurso público, foi assinado em 24 de abril passado, estando prevista a conclusão até ao final de dezembro deste ano.
O projeto, que representa um investimento de cerca de um milhão de euros, prevê a transformação do edifício com a criação de gabinetes de atendimento médico e de enfermagem e, ainda um ginásio para reabilitação.
A nova unidade de saúde comportará as valências de Unidade de Cuidados de Saúde Primários e de Cuidados Continuados e as vertentes de saúde oral, saúde pública, assistencial e materno-infantil.
O projeto para a reconversão da antiga Escola da Marinha no Centro Integrado de Saúde da Marinha, é da autoria dos arquitetos Nuno Alcobia e Rui Martins e visa a transformação da antiga escola primária, numa unidade de saúde “dotada de valências adequadas aos novos modelos de prestação de cuidados de saúde” e, “designadamente ao perfil das doenças e às maiores exigências de bem-estar e qualidade de vida da população e níveis de conforto dos utentes e profissionais”.
A reconversão do antigo edifício da escola primária do Bairro Piscatório surge no âmbito de uma candidatura ao Plano de Ação da Operação Integrada do Território de Intervenção, Área Metropolitana do Porto (AMP), integrado na operação +Saúde.
































