Assumindo quenão partiu com o objetivo de ser candidato a presidente da AM, tendo apenas “mostrado disponibilidade para apoiar” a candidatura de Luís Canelas e Nuno Almeida, já que acredita terem disputado “de forma leal, democrática e civilizada a liderança”, sabendo, depois, “convergir esforços por Espinho”, José Luís Peralta aceitou o desafio lançado, encarando-o como “um dever e não uma missão”.
Olhando para trás, o candidato socialista diz que não quer julgar a AM, uma vez que não a integrou, mas acredita que a eficácia do órgão “deve-se muito mais ao somatório dos contributos pessoais e plurais dos elementos, do que ao trabalho da mesa”. No entanto, não esquece que “teve uma tarefa difícil”.
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