Maria Manuel Cruz não tem dúvidas sobre o seu futuro e afirma que a sua “disponibilidade é a disponibilidade natural de quem quer dar continuidade” a um trabalho que considera ter sido feito com “rigor, seriedade, transparência e frontalidade para evitar um naufrágio e ultrapassar as dificuldades”, acrescentando que conseguiu fazê-lo ao mesmo tempo que planeou e preparou o futuro, em apenas dois anos. Trata-se de “uma conquista muito difícil, muito importante, que talvez não seja valorizada por todos, mas que nos permite entrar em 2025 com a confiança e a convicção de que colocámos Espinho no caminho certo”, sublinha.
“Assumi a presidência da Câmara no momento mais difícil da história recente da autarquia e do concelho. E assumi esse desafio, acima de tudo, por um grande sentido de responsabilidade com Espinho e com os espinhenses”, afirma a autarca dizendo que “as circunstâncias são conhecidas, mas as pessoas estão longe de imaginar as consequências que todo esse processo teve na vida e no funcionamento da autarquia”. Um cenário que, segundo ela, se revelou “extremamente complicado”.
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